Crônica é um gênero textual que no meu ponto de vista é necessária inspiração para iniciar um bom texto. Pois bem! O que me trouxe inspiração foi a falta de inspiração. Meio confuso isso. Mas qualquer fato pode ser motivo para inspiração. Já li diversas crônicas, mas não encontrei nenhuma que fizesse-me entender uma ordem lógica de iniciar um texto deste gênero. Então percebi que era simplesmente escrever qualquer coisa. Bom, então comecei a pensar na vida. Fazemos tantas coisas que as vezes me pergunto como tivemos tal capacidade. Existem muitas coisas que me arrependo de ter feito em vida, mas há certos fatos que vivenciei que não me arrependerei jamais.
Pergunto-me o que estou fazendo neste curso (jornalismo). É meio estranho. Sempre abominei escrever. Ler é algo que desde antes iniciar o primário fui fascinada. Mas a química, a biologia, a física e a matemática sempre me encantaram, a história e a geografia então prefiro nem comentar, pois não tenho palavras para exemplificar minha adoração. Então no jornalismo deparei-me com dois desafios: esquecer as exatas e aprender escrever. No inicio foi difícil, não posso negar isso. Além destes fatos que me preocupavam, a distância da minha terra natal pesou muito. Mas passado estes obstáculos, cresci. Arranho algumas palavras em textos mal pontuados. Venci a saudade, a dor, o preconceito e a inveja. Conheci tantas pessoas especiais, que não há nada no mundo que pague o sentimento que tenho por estas pessoas.
Nos acordes, de Nenhum de nós, sobrevivi tantos obstáculos. Hoje, estou escrevendo este amontoado de palavras, que para quem ler, a primeira coisa a se pensar é: Essa pessoa esqueceu de tomar seu anti depressivo! Mas não! Quem escreve isto não é depressivo!Sabe por que?! Simples! Quem descobre a arte de redigir descobre como isso é magnífico, além de perceber que não existe melhor maneira de desabafar do que escrever algumas breves linhas, que transponham os sentimentos que correm nossa alma.
A crônica é isso é um desabafo de alegrias, tristezas, frustrações, desejos, arrependimentos, medos, dores de cotovelos, enfim, é tudo que nos faz sentir liberdade, em conseguir dizer palavras que as pessoas não querem ouvir. Quem possui uma pessoa disposta a nos ouvir quando precisamos desabafar? São raras! Eu ao menos não conheço. Mas nada que o Word, que faz até a tarefa de corrigir os erros ortográficos. Quem não possui esta ferramenta tão pratica também pode se divertir com um pedaço de papel e uma caneta ou até mesmo um lápis. O simples fato de poder transferir seus sentimentos em palavras não possui preço que pague.
Tinha duvida se essa era a carreira que deveria seguir, mas hoje tenho certeza que é uma das carreiras que mais me satisfaz. Existe algo melhor que editar um texto, um áudio ou até mesmo imagens que irão compor um vídeo? Não, não há. Logicamente que não gosto muito de fazer aparições em frete uma câmera ou até mesmo me frustro muito por gaguejar durante uma locução. Mas como qualquer profissão, está tem suas faces interessantes e frustrantes. Pessoalmente, minha preferência são os bastidores, gostaria de poder atuar em tudo algum dia, mas minha paixão é a editoração ou edição. Contudo, ainda tenho certa fobia de textos, expor nossa opinião é tão difícil em certas ocasiões. Mas sempre digo devagar e sempre. Nossa vida pode parecer injusta por algumas vezes, mas como minha mãe sempre dizia: Deus escreve certo por linhas tortas. Podemos sofrer, enfrentar obstáculos tão imensos, que nos deixam apavorados, mas quem se esforça e não possui medo de adquirir conhecimento e aprender cada vez mais, irá conseguir vencer as rochas monstruosas que estão trancando a estrada da vida.
Foi ao som de Engenheiros do Hawai que redigi estas idéias, um pouco malucas, mas com certo principio de razão. Basta interpretar bem e refletir sobre suas ações, contei um pouquinho das minhas alegrias e frustrações, medos e não arrependimentos. Podem me achar débil, mas sou consciente de que este é o espaço que posso expor minhas idéias sem medo. Crônica é isso, um desabafo, uma explanação de idéias, cada um com seu modo de redigi-la e de interpretá-la.
Pergunto-me o que estou fazendo neste curso (jornalismo). É meio estranho. Sempre abominei escrever. Ler é algo que desde antes iniciar o primário fui fascinada. Mas a química, a biologia, a física e a matemática sempre me encantaram, a história e a geografia então prefiro nem comentar, pois não tenho palavras para exemplificar minha adoração. Então no jornalismo deparei-me com dois desafios: esquecer as exatas e aprender escrever. No inicio foi difícil, não posso negar isso. Além destes fatos que me preocupavam, a distância da minha terra natal pesou muito. Mas passado estes obstáculos, cresci. Arranho algumas palavras em textos mal pontuados. Venci a saudade, a dor, o preconceito e a inveja. Conheci tantas pessoas especiais, que não há nada no mundo que pague o sentimento que tenho por estas pessoas.
Nos acordes, de Nenhum de nós, sobrevivi tantos obstáculos. Hoje, estou escrevendo este amontoado de palavras, que para quem ler, a primeira coisa a se pensar é: Essa pessoa esqueceu de tomar seu anti depressivo! Mas não! Quem escreve isto não é depressivo!Sabe por que?! Simples! Quem descobre a arte de redigir descobre como isso é magnífico, além de perceber que não existe melhor maneira de desabafar do que escrever algumas breves linhas, que transponham os sentimentos que correm nossa alma.
A crônica é isso é um desabafo de alegrias, tristezas, frustrações, desejos, arrependimentos, medos, dores de cotovelos, enfim, é tudo que nos faz sentir liberdade, em conseguir dizer palavras que as pessoas não querem ouvir. Quem possui uma pessoa disposta a nos ouvir quando precisamos desabafar? São raras! Eu ao menos não conheço. Mas nada que o Word, que faz até a tarefa de corrigir os erros ortográficos. Quem não possui esta ferramenta tão pratica também pode se divertir com um pedaço de papel e uma caneta ou até mesmo um lápis. O simples fato de poder transferir seus sentimentos em palavras não possui preço que pague.
Tinha duvida se essa era a carreira que deveria seguir, mas hoje tenho certeza que é uma das carreiras que mais me satisfaz. Existe algo melhor que editar um texto, um áudio ou até mesmo imagens que irão compor um vídeo? Não, não há. Logicamente que não gosto muito de fazer aparições em frete uma câmera ou até mesmo me frustro muito por gaguejar durante uma locução. Mas como qualquer profissão, está tem suas faces interessantes e frustrantes. Pessoalmente, minha preferência são os bastidores, gostaria de poder atuar em tudo algum dia, mas minha paixão é a editoração ou edição. Contudo, ainda tenho certa fobia de textos, expor nossa opinião é tão difícil em certas ocasiões. Mas sempre digo devagar e sempre. Nossa vida pode parecer injusta por algumas vezes, mas como minha mãe sempre dizia: Deus escreve certo por linhas tortas. Podemos sofrer, enfrentar obstáculos tão imensos, que nos deixam apavorados, mas quem se esforça e não possui medo de adquirir conhecimento e aprender cada vez mais, irá conseguir vencer as rochas monstruosas que estão trancando a estrada da vida.
Foi ao som de Engenheiros do Hawai que redigi estas idéias, um pouco malucas, mas com certo principio de razão. Basta interpretar bem e refletir sobre suas ações, contei um pouquinho das minhas alegrias e frustrações, medos e não arrependimentos. Podem me achar débil, mas sou consciente de que este é o espaço que posso expor minhas idéias sem medo. Crônica é isso, um desabafo, uma explanação de idéias, cada um com seu modo de redigi-la e de interpretá-la.
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