Quem diria, que em uma era extremamente globalizada, com a ampla expansão das tecnologias da informação, ainda exista dificuldades em se comunicar a longas distâncias com determinadas regiões do planeta. Para quem vive em cidades mais desenvolvidas, principalmente nas regiões sul e sudeste, podem não perceber, mas regiões dentro do nosso país, principalmente no norte e nordeste, passam por grandes problemas quando a questão vem a ser a comunicação. Não falo aqui da comunicação interpessoal propriamente dita, mas sim da comunicação via telefone, internet. A questão de transmissão de sinal em regiões como Roraima, por exemplo, é muito precária. Para nós, do Rio Grande do Sul, conseguir nos comunicar via telefone com cidadão de Roraima é uma grande vitória conquistada.
Mas a questão que venho trazer aqui é: onde está o avanço e a tecnologia? Mesmo existindo, a quem é direcionado? Não precisamos percorrer longas distâncias para darmos conta de tal má distribuição tecnológica. Dentro do próprio território gaúcho, existem localidades onde a recepção de sinal de celular ou de telefone é muito precária, quando não é nula, isso sem mencionar em sinal de internet, que ainda é um luxo para grande parte da população.
É fato, que apenas as cidades mais desenvolvidas economicamente desfrutam de ampla qualidade e distribuição de sinal das tecnologias da informação, e ainda posso frisar que estes sinais são direcionados primordialmente à população com maior poder aquisitivo, a população pobre mal tem noção do que são essas ferramentas.
Isto é democracia. Um país tão grande territorialmente, com tantas culturas diferentes, mas tão pobre em distribuição. Teríamos condições de sermos auto-suficientes em produção alimentar, em produção industrial, em produção de tecnologias e em tantos outros ramos. Apenas seria necessário investimento governamental, evitando a fuga de cérebros, e assim consolidando eficiência e independência na produção de bens de consumo e de serviços.
Mas a questão que venho trazer aqui é: onde está o avanço e a tecnologia? Mesmo existindo, a quem é direcionado? Não precisamos percorrer longas distâncias para darmos conta de tal má distribuição tecnológica. Dentro do próprio território gaúcho, existem localidades onde a recepção de sinal de celular ou de telefone é muito precária, quando não é nula, isso sem mencionar em sinal de internet, que ainda é um luxo para grande parte da população.
É fato, que apenas as cidades mais desenvolvidas economicamente desfrutam de ampla qualidade e distribuição de sinal das tecnologias da informação, e ainda posso frisar que estes sinais são direcionados primordialmente à população com maior poder aquisitivo, a população pobre mal tem noção do que são essas ferramentas.
Isto é democracia. Um país tão grande territorialmente, com tantas culturas diferentes, mas tão pobre em distribuição. Teríamos condições de sermos auto-suficientes em produção alimentar, em produção industrial, em produção de tecnologias e em tantos outros ramos. Apenas seria necessário investimento governamental, evitando a fuga de cérebros, e assim consolidando eficiência e independência na produção de bens de consumo e de serviços.
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