O pânico foi implantado na sociedade. Os índices de gripe do tipo A (H1N1) aumentam em progressão geométrica. No sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul são esperados para a metade do mês de agosto mais de 100 mil infectados pelo vírus. Eventos públicos, aulas em instituições publicas e privadas estão sendo cancelados ou adiadas. Com intuito de evitar aglomerações humanas, medidas como estas estão sendo tomadas, se isso resolve, há muitas controvérsias, mas a questão central é que o pânico foi instaurado.
Doenças respiratórias, gripes e resfriados em geral sempre afetaram grande parte da população em nosso estado no período de inverno, mortes e enfermidades graves eram registradas nos hospitais, mas nunca tiveram divulgação. Agora com um nome diferente, conhecido mundialmente os casos de enfermidades como gripes e resfriados, dão entrada nos hospitais e ganham amplo espaço na imprensa mundial.
A grande questão, é que muitas mortes não são decorrentes da influenza H1N1, são pneumonias e outros diagnósticos referentes a problemas conseqüentes do período mais frio, mas para a sociedade e para os profissionais da saúde, todas as enfermidades são conseqüentes da influenza H1N1.
Um caso que me chamou atenção foi ocorrido em São Paulo, onde uma colega de trabalho relatou ao nosso grupo um caso de diagnóstico precipitado. Ela e mais um grupo de mulheres participavam de um encontro no Paraguai. Ela aqui do Rio Grande do Sul, estava com mulheres das diferentes regiões do país. Na volta uma das suas colegas passou mal do avião quando voltava para Manaus. Internada no hospital, o diagnóstico apontava suspeita de Gripe A. A amazonense, ficou internada quatro dias no hospital. Dando alta no quarto dia voltou para sua cidade. No quinto dia chega os resultados dos exames: Ela estava com Malária! E ficou em todos os dias de internação, no isolamento da unidade hospitalar.
Isso reflete o pânico que a sociedade está imersa, nem os profissionais da saúde conseguem diagnosticar outras enfermidades. Hoje tudo é gripe A!
Este pânico já foi tentado implantar na sociedade mundial com a gripe aviaria, mas sem sucesso, apenas colaborou com o declínio da venda de carne de aves e outros produtos de origem afim. Com a gripe suína, eles conseguiram fazer o que não conseguiram com a gripe aviaria implantar pânico na sociedade mundial. Isso não foi, apenas para alarmar a população, mas foi mais um jogo de poder, usado para comercializar produtos da indústria farmacêutica, principalmente o medicamento Tamiflu, utilizado como medicação em ambas as gripes citadas. No vídeo, abaixo, vocês entenderão, mais detalhadamente, as estratégias utilizadas para dissipar o pânico destas duas Influenzas e as empresas envolvidas na difusão da doença, do pânico e da cura.
Doenças respiratórias, gripes e resfriados em geral sempre afetaram grande parte da população em nosso estado no período de inverno, mortes e enfermidades graves eram registradas nos hospitais, mas nunca tiveram divulgação. Agora com um nome diferente, conhecido mundialmente os casos de enfermidades como gripes e resfriados, dão entrada nos hospitais e ganham amplo espaço na imprensa mundial.
A grande questão, é que muitas mortes não são decorrentes da influenza H1N1, são pneumonias e outros diagnósticos referentes a problemas conseqüentes do período mais frio, mas para a sociedade e para os profissionais da saúde, todas as enfermidades são conseqüentes da influenza H1N1.
Um caso que me chamou atenção foi ocorrido em São Paulo, onde uma colega de trabalho relatou ao nosso grupo um caso de diagnóstico precipitado. Ela e mais um grupo de mulheres participavam de um encontro no Paraguai. Ela aqui do Rio Grande do Sul, estava com mulheres das diferentes regiões do país. Na volta uma das suas colegas passou mal do avião quando voltava para Manaus. Internada no hospital, o diagnóstico apontava suspeita de Gripe A. A amazonense, ficou internada quatro dias no hospital. Dando alta no quarto dia voltou para sua cidade. No quinto dia chega os resultados dos exames: Ela estava com Malária! E ficou em todos os dias de internação, no isolamento da unidade hospitalar.
Isso reflete o pânico que a sociedade está imersa, nem os profissionais da saúde conseguem diagnosticar outras enfermidades. Hoje tudo é gripe A!
Este pânico já foi tentado implantar na sociedade mundial com a gripe aviaria, mas sem sucesso, apenas colaborou com o declínio da venda de carne de aves e outros produtos de origem afim. Com a gripe suína, eles conseguiram fazer o que não conseguiram com a gripe aviaria implantar pânico na sociedade mundial. Isso não foi, apenas para alarmar a população, mas foi mais um jogo de poder, usado para comercializar produtos da indústria farmacêutica, principalmente o medicamento Tamiflu, utilizado como medicação em ambas as gripes citadas. No vídeo, abaixo, vocês entenderão, mais detalhadamente, as estratégias utilizadas para dissipar o pânico destas duas Influenzas e as empresas envolvidas na difusão da doença, do pânico e da cura.
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