sexta-feira, 28 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Ditadura no século XXI: violência e morte de trabalhador em São Gabriel
Violência e a Morte de um trabalhador do Movimento dos trabalhadores Sem Terra marcaram a operação de reintegração de posse da Fazenda Southal em São Gabriel nesta sexta-feira (21). O trabalhador rural sem terra, Elton Brun (44), foi morto com um tiro, arma calibre 12, pelas costas.
700 trabalhadores ocupavam a área depois da truculenta reintegração de posse realizada, pela policia, semana passada na prefeitura de São Gabriel. 300 policiais estão mobilizados, para a retirada de aproximadamente 500 integrantes do MST que ocuparam a fazenda Southal. A corporação estava cumprindo uma ordem designada ainda semana passada, e a realizaram na manhã desta sexta-feira.
Os integrantes do MST apenas saíram da área depois que o governo federal atendesse sua pauta de reivindicações. A polícia por volta das 07h e 40 min, desmancharam as barricadas montadas pelos integrantes do acampamento, e a violência e a truculência foram implantadas sobre os integrantes do movimento. A mídia divulgou que foram 14 o número de feridos, mas na realidade são muito maiores os números de pessoas feridas.
A Brigada Militar esquece, mais uma vez, que não estamos sobre um AI-5, ou qualquer outro ato institucional que reprima com tanta violência a liberdade de expressão da sociedade. A população tem o direito de lutar pelos seus direitos até que estes sejam executados e garantidos a todas e todos. O novo jeito de governar de Yeda é expressão viva da volta do passado, pois foi a partir desta gestão que a violência contra os movimentos que lutam pelos direitos dos cidadãos passaram a ser reprimidos com maior brutalidade.
700 trabalhadores ocupavam a área depois da truculenta reintegração de posse realizada, pela policia, semana passada na prefeitura de São Gabriel. 300 policiais estão mobilizados, para a retirada de aproximadamente 500 integrantes do MST que ocuparam a fazenda Southal. A corporação estava cumprindo uma ordem designada ainda semana passada, e a realizaram na manhã desta sexta-feira.
Os integrantes do MST apenas saíram da área depois que o governo federal atendesse sua pauta de reivindicações. A polícia por volta das 07h e 40 min, desmancharam as barricadas montadas pelos integrantes do acampamento, e a violência e a truculência foram implantadas sobre os integrantes do movimento. A mídia divulgou que foram 14 o número de feridos, mas na realidade são muito maiores os números de pessoas feridas.
A Brigada Militar esquece, mais uma vez, que não estamos sobre um AI-5, ou qualquer outro ato institucional que reprima com tanta violência a liberdade de expressão da sociedade. A população tem o direito de lutar pelos seus direitos até que estes sejam executados e garantidos a todas e todos. O novo jeito de governar de Yeda é expressão viva da volta do passado, pois foi a partir desta gestão que a violência contra os movimentos que lutam pelos direitos dos cidadãos passaram a ser reprimidos com maior brutalidade.
domingo, 16 de agosto de 2009
Distância
Quem diria, que em uma era extremamente globalizada, com a ampla expansão das tecnologias da informação, ainda exista dificuldades em se comunicar a longas distâncias com determinadas regiões do planeta. Para quem vive em cidades mais desenvolvidas, principalmente nas regiões sul e sudeste, podem não perceber, mas regiões dentro do nosso país, principalmente no norte e nordeste, passam por grandes problemas quando a questão vem a ser a comunicação. Não falo aqui da comunicação interpessoal propriamente dita, mas sim da comunicação via telefone, internet. A questão de transmissão de sinal em regiões como Roraima, por exemplo, é muito precária. Para nós, do Rio Grande do Sul, conseguir nos comunicar via telefone com cidadão de Roraima é uma grande vitória conquistada.
Mas a questão que venho trazer aqui é: onde está o avanço e a tecnologia? Mesmo existindo, a quem é direcionado? Não precisamos percorrer longas distâncias para darmos conta de tal má distribuição tecnológica. Dentro do próprio território gaúcho, existem localidades onde a recepção de sinal de celular ou de telefone é muito precária, quando não é nula, isso sem mencionar em sinal de internet, que ainda é um luxo para grande parte da população.
É fato, que apenas as cidades mais desenvolvidas economicamente desfrutam de ampla qualidade e distribuição de sinal das tecnologias da informação, e ainda posso frisar que estes sinais são direcionados primordialmente à população com maior poder aquisitivo, a população pobre mal tem noção do que são essas ferramentas.
Isto é democracia. Um país tão grande territorialmente, com tantas culturas diferentes, mas tão pobre em distribuição. Teríamos condições de sermos auto-suficientes em produção alimentar, em produção industrial, em produção de tecnologias e em tantos outros ramos. Apenas seria necessário investimento governamental, evitando a fuga de cérebros, e assim consolidando eficiência e independência na produção de bens de consumo e de serviços.
Mas a questão que venho trazer aqui é: onde está o avanço e a tecnologia? Mesmo existindo, a quem é direcionado? Não precisamos percorrer longas distâncias para darmos conta de tal má distribuição tecnológica. Dentro do próprio território gaúcho, existem localidades onde a recepção de sinal de celular ou de telefone é muito precária, quando não é nula, isso sem mencionar em sinal de internet, que ainda é um luxo para grande parte da população.
É fato, que apenas as cidades mais desenvolvidas economicamente desfrutam de ampla qualidade e distribuição de sinal das tecnologias da informação, e ainda posso frisar que estes sinais são direcionados primordialmente à população com maior poder aquisitivo, a população pobre mal tem noção do que são essas ferramentas.
Isto é democracia. Um país tão grande territorialmente, com tantas culturas diferentes, mas tão pobre em distribuição. Teríamos condições de sermos auto-suficientes em produção alimentar, em produção industrial, em produção de tecnologias e em tantos outros ramos. Apenas seria necessário investimento governamental, evitando a fuga de cérebros, e assim consolidando eficiência e independência na produção de bens de consumo e de serviços.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Manifestação reprimida com violência em São Gabriel

Nesta semana, milhares de trabalhadores do campo e da cidade estão nas ruas dos diferentes estados de nossa nação, exigindo melhores condições salariais, reforma agrária e outros direitos dos cidadãos. Um fato preponderante chamou-me a atenção: foi o uso da violência pela Brigada Militar contra militantes do MST, que haviam ocupado a prefeitura de São Gabriel no Sul do Rio Grande do Sul.
Depois que nossa tão, digamos “estimada” governadora Yeda Cruzius entrou no executivo gaúcho, práticas realizadas pela policia tornaram-se rotineiras. Estamos em um regime democrático? Onde está a liberdade de expressão por parte da sociedade civil? Reclamava-se muito do governo do estado quando passava pela gestão do petista Olívio Dutra, mas foi esta a época onde o magistério teve aumento salarial, a educação de jovens e adultos passou por grande avanço, com programas de educação, a agricultura possuía maiores investimentos dentre inúmeras outras condições de melhoria na vida social. Mas o povo não gostou dessa administração, colocaram Germano Rigotto, que começou a afundar o estado. A sociedade vendo a precariedade da gestão resolveu mudar... e um estado historicamente machista coloca, pela primeira vez, uma mulher no poder! Quantas professoras, falavam que iriam votar em Yeda porque ela era mulher! Hoje elas se arrependem muito do que pensavam.
Ninguém via que por traz dessa mulher havia outras pessoas, que em comum acordo, definiam quais eram os passos que ela deveria dar. E nosso estado está no lixo. E um sistema de violência característico do período ditatorial está implantado.
Em um ato pacifico, o MST foi agredido de forma truculenta. Os movimentos sociais, que lutam por melhores condições de vida à toda a sociedade estão sendo cada vez mais perseguidos e criminalizados.
Depois que nossa tão, digamos “estimada” governadora Yeda Cruzius entrou no executivo gaúcho, práticas realizadas pela policia tornaram-se rotineiras. Estamos em um regime democrático? Onde está a liberdade de expressão por parte da sociedade civil? Reclamava-se muito do governo do estado quando passava pela gestão do petista Olívio Dutra, mas foi esta a época onde o magistério teve aumento salarial, a educação de jovens e adultos passou por grande avanço, com programas de educação, a agricultura possuía maiores investimentos dentre inúmeras outras condições de melhoria na vida social. Mas o povo não gostou dessa administração, colocaram Germano Rigotto, que começou a afundar o estado. A sociedade vendo a precariedade da gestão resolveu mudar... e um estado historicamente machista coloca, pela primeira vez, uma mulher no poder! Quantas professoras, falavam que iriam votar em Yeda porque ela era mulher! Hoje elas se arrependem muito do que pensavam.

Ninguém via que por traz dessa mulher havia outras pessoas, que em comum acordo, definiam quais eram os passos que ela deveria dar. E nosso estado está no lixo. E um sistema de violência característico do período ditatorial está implantado.
Em um ato pacifico, o MST foi agredido de forma truculenta. Os movimentos sociais, que lutam por melhores condições de vida à toda a sociedade estão sendo cada vez mais perseguidos e criminalizados.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Agora tudo é gripe suína!
O pânico foi implantado na sociedade. Os índices de gripe do tipo A (H1N1) aumentam em progressão geométrica. No sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul são esperados para a metade do mês de agosto mais de 100 mil infectados pelo vírus. Eventos públicos, aulas em instituições publicas e privadas estão sendo cancelados ou adiadas. Com intuito de evitar aglomerações humanas, medidas como estas estão sendo tomadas, se isso resolve, há muitas controvérsias, mas a questão central é que o pânico foi instaurado.
Doenças respiratórias, gripes e resfriados em geral sempre afetaram grande parte da população em nosso estado no período de inverno, mortes e enfermidades graves eram registradas nos hospitais, mas nunca tiveram divulgação. Agora com um nome diferente, conhecido mundialmente os casos de enfermidades como gripes e resfriados, dão entrada nos hospitais e ganham amplo espaço na imprensa mundial.
A grande questão, é que muitas mortes não são decorrentes da influenza H1N1, são pneumonias e outros diagnósticos referentes a problemas conseqüentes do período mais frio, mas para a sociedade e para os profissionais da saúde, todas as enfermidades são conseqüentes da influenza H1N1.
Um caso que me chamou atenção foi ocorrido em São Paulo, onde uma colega de trabalho relatou ao nosso grupo um caso de diagnóstico precipitado. Ela e mais um grupo de mulheres participavam de um encontro no Paraguai. Ela aqui do Rio Grande do Sul, estava com mulheres das diferentes regiões do país. Na volta uma das suas colegas passou mal do avião quando voltava para Manaus. Internada no hospital, o diagnóstico apontava suspeita de Gripe A. A amazonense, ficou internada quatro dias no hospital. Dando alta no quarto dia voltou para sua cidade. No quinto dia chega os resultados dos exames: Ela estava com Malária! E ficou em todos os dias de internação, no isolamento da unidade hospitalar.
Isso reflete o pânico que a sociedade está imersa, nem os profissionais da saúde conseguem diagnosticar outras enfermidades. Hoje tudo é gripe A!
Este pânico já foi tentado implantar na sociedade mundial com a gripe aviaria, mas sem sucesso, apenas colaborou com o declínio da venda de carne de aves e outros produtos de origem afim. Com a gripe suína, eles conseguiram fazer o que não conseguiram com a gripe aviaria implantar pânico na sociedade mundial. Isso não foi, apenas para alarmar a população, mas foi mais um jogo de poder, usado para comercializar produtos da indústria farmacêutica, principalmente o medicamento Tamiflu, utilizado como medicação em ambas as gripes citadas. No vídeo, abaixo, vocês entenderão, mais detalhadamente, as estratégias utilizadas para dissipar o pânico destas duas Influenzas e as empresas envolvidas na difusão da doença, do pânico e da cura.
Doenças respiratórias, gripes e resfriados em geral sempre afetaram grande parte da população em nosso estado no período de inverno, mortes e enfermidades graves eram registradas nos hospitais, mas nunca tiveram divulgação. Agora com um nome diferente, conhecido mundialmente os casos de enfermidades como gripes e resfriados, dão entrada nos hospitais e ganham amplo espaço na imprensa mundial.
A grande questão, é que muitas mortes não são decorrentes da influenza H1N1, são pneumonias e outros diagnósticos referentes a problemas conseqüentes do período mais frio, mas para a sociedade e para os profissionais da saúde, todas as enfermidades são conseqüentes da influenza H1N1.
Um caso que me chamou atenção foi ocorrido em São Paulo, onde uma colega de trabalho relatou ao nosso grupo um caso de diagnóstico precipitado. Ela e mais um grupo de mulheres participavam de um encontro no Paraguai. Ela aqui do Rio Grande do Sul, estava com mulheres das diferentes regiões do país. Na volta uma das suas colegas passou mal do avião quando voltava para Manaus. Internada no hospital, o diagnóstico apontava suspeita de Gripe A. A amazonense, ficou internada quatro dias no hospital. Dando alta no quarto dia voltou para sua cidade. No quinto dia chega os resultados dos exames: Ela estava com Malária! E ficou em todos os dias de internação, no isolamento da unidade hospitalar.
Isso reflete o pânico que a sociedade está imersa, nem os profissionais da saúde conseguem diagnosticar outras enfermidades. Hoje tudo é gripe A!
Este pânico já foi tentado implantar na sociedade mundial com a gripe aviaria, mas sem sucesso, apenas colaborou com o declínio da venda de carne de aves e outros produtos de origem afim. Com a gripe suína, eles conseguiram fazer o que não conseguiram com a gripe aviaria implantar pânico na sociedade mundial. Isso não foi, apenas para alarmar a população, mas foi mais um jogo de poder, usado para comercializar produtos da indústria farmacêutica, principalmente o medicamento Tamiflu, utilizado como medicação em ambas as gripes citadas. No vídeo, abaixo, vocês entenderão, mais detalhadamente, as estratégias utilizadas para dissipar o pânico destas duas Influenzas e as empresas envolvidas na difusão da doença, do pânico e da cura.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
As cobras do poder
Um jogo de cobras criadas. Simplesmente isso. Sarney, sem o mínimo bom senso continua a presidir o senado. De um lado as bancadas que exigem a sua renuncia, inclusive, a bancada petista, que duela sua opinião e o mínimo de princípios que ainda os restam com a pressão do presidente Lula na exigência de manter Sarney na presidência.
Na volta do recesso do parlamento, muita discussão e bate boca marcaram o inicio das atividades. E os personagens principais do confronto foi entre Sarney, Collor e Pedro Simon. Velhas raposas da política brasileira. Collor entrou na discussão tentando se defender, já que Simon contextualizou eventos políticos do período da presidência de Collar no executivo.
É uma vergonha. Não só que representantes do povo façam o que façam em um espaço de decisões da sociedade, mas que existam pessoas não microcéfalas, capazes de votar em seres historicamente corruptos. A sociedade é idiota! Pensa em interesses próprios e momentâneos e não se preocupa com o futuro de toda a sociedade.
É necessário pensar mais antes de escolher quem nos representa. Reflexão durante as escolhas é uma das coisas fundamentais a se fazer.
Na volta do recesso do parlamento, muita discussão e bate boca marcaram o inicio das atividades. E os personagens principais do confronto foi entre Sarney, Collor e Pedro Simon. Velhas raposas da política brasileira. Collor entrou na discussão tentando se defender, já que Simon contextualizou eventos políticos do período da presidência de Collar no executivo.
É uma vergonha. Não só que representantes do povo façam o que façam em um espaço de decisões da sociedade, mas que existam pessoas não microcéfalas, capazes de votar em seres historicamente corruptos. A sociedade é idiota! Pensa em interesses próprios e momentâneos e não se preocupa com o futuro de toda a sociedade.
É necessário pensar mais antes de escolher quem nos representa. Reflexão durante as escolhas é uma das coisas fundamentais a se fazer.
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