quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Acampamento da Juventude do campo e da cidade reúne jovens de todo o Rio Grande do Sul
Juventude que ousa lutar constrói um poder popular!
Mais de 400 jovens do campo e da cidade encontraram-se nos dias 22 a 24 de janeiro em Santa Maria em mais um acampamento do levante popular da juventude do campo e da cidade junto com o 1° Fórum Social da Economia Solidária. Jovens de diversas regiões do estado debateram, refletiram, integraram-se e procuraram soluções para enfrentar através da luta e de estudo os principais problemas pautados pelos jovens.
Falta de estrutura em saúde, educação, transporte, a dificuldade de ingressar no mercado de trabalho, de ter acesso a terra e ter condições de se permanecer no campo são um dos principais pontos discutidos e tidos como prioridades de se enfrentar, além dos demais eixos de luta tirados a partir dos debates. Dentre os principais pontos de reivindicação está a luta pelo meio ambiente, pelo antiimperialismo, pela contra cultura, contra a violência, pelo enfrentamento dos principais apontamentos levantados e pela construção de uma sociedade onde campo e cidade construam juntos um poder popular que proporcione condições baseadas na justiça social, igualdade, pluralidade e diversidade cultural, onde a liberdade e a responsabilidade sejam características que andem juntas e solidifiquem a construção de mundo melhor.
O acampamento estava composto por participantes do levante popular da juventude, PJR, PJ, MMC, MAB, MST, MTD e demais movimentos da Via Campesina. Trabalhos de base, plenárias regionais e um encontro estadual vão ser atividades que darão continuidade na abordagem dos temas debatidos.
O compromisso que cada um levou de sermos sujeitos na construção de um novo modelo social é mais uma forma de mostrar e solidificar que um novo mundo é possível.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Peixes aparecem mortos no Arroio Dilúvio.
As causas da morte dos peixes no Arroio Dilúvio ainda não foram identificadas, mas certamente não deve ser por motivos diferentes dos casos anteriores que também registraram mortandade de peixes.
A emissão de substancias proveniente de diversas fábricas lançadas pela rede de esgoto sem tratamento entra em cena novamente!
Em 2007 milhares de peixes apareceram mortos no Arroio, as causas da morte: Emissão de esgoto sem tratamento proveniente de uma fábrica. Na época foi apontada uma fabrica de processamento de couro como uma das responsáveis pela emissão de dejetos no rio. Mas sabe-se que a região além de possuir cortumes, possui fabricas de processamento de madeira em celulose e papel. Estas fabricas geram dejetos altamente poluentes. Sabe-se através de denúncias de movimentos sociais e ambientalistas e dos próprios funcionários destas fabricas de celulose e papel, em depoimentos informais, que há ocasiões em que os dejetos deveriam ser tratados, mas acabam sendo despejados sem nenhum tratamento nos rios, arroios e córregos, principalmente no Guaíba.
Ano passado o fato aconteceu novamente, a causa da mortandade: presença de alta quantidade de alvejante nas águas. Alvejantes possuem em sua composição Cloro, substância emitida nos dejetos das fábricas de celulose e papel, mas o envolvimento destas fábricas na responsabilidade pelo desastre não foi notificado.
Onde está a mídia neste momento, para exercer seu papel de denúncia? E os órgãos de fiscalização? Se a fiscalização da emissão dos dejetos fossem mais ferrenhas situações como está não voltariam a se repetir. Se a mídia abrisse mais espaço para situações como esta a população seria mais consciente quanto a este tipo de infração e fatos como este seriam mais policiados pela sociedade e pelos órgãos responsáveis.
Marcadores:
celulose; papel; peixes; fiscalização publica
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